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Dicas para conhecer Cuba: sua próxima viagem

Dicas para conhecer Cuba: sua próxima viagem

O Mundo Cabe em SP

A recente notícia lançada no Estadão sobre o comércio automotivo em Cuba pode despertar a curiosidade sobre como é viver em um país em regime socialista, literalmente uma ilha em meio à um mundo capitalista e comunista. Há quem se encante, há quem tome o país como exemplo e há quem critique e como nós sempre falamos por aqui, não há nada melhor do que a curiosidade para vencer o preconceito e formar opiniões. Então resolvemos fazer um pequeno guia com quatro dicas para que você possa conhecer as várias facetas da ilha de Cuba e decidir já o destino de sua próxima viagem!   Para assitir: Viva Cuba, de Juan Carlos Cremata (2005) O filme tem a trama clássica de Romeu & Julieta, porém Jorgito e Malu são duas crianças cubanas e uma pertence à uma família que segue os ideias de Che Guevara enquanto a outra parece manter hábitos mais conservadores. O que nos interessa aqui é a viagem que estas crianças fazem por Cuba, sí señor, crianças mochileiras que te levarão a viver Cuba!   Para ler: A Ilha, de Fernando Morais (2001)   Do mesmo autor de Olga, Fernando Morais passou 3meses em Cuba no período em que esta sofria isolamento total de muitos países por conta da política mundial que pertubava o mundo em 1964. A edição lançada em 2001 (foto) traz imagens da Ilha 25 anos e 30 edições após sua publicação.   Para ouvir: Son Son é a música tradicional cubana e nada melhor do que o clássico Buena Vista Social Club pra conhecer o estilo musical característico da Ilha: http://www.grooveshark.com/buenavistasocialclub   Para ver Cuba em São Paulo: http://www.havana6463.com.br/ Havana6463 é uma difusora cultural não só de Cuba mas de toda América Latina e promove sarais, divulga filmes, músicas e encontros como o #cubavematévocê!   E aí? Ficou com vontade de conhecer a Ilha?...

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São Valentin e todos os “Dia dos Namorados”

São Valentin e todos os “Dia dos Namorados”

O Mundo Cabe em SP

Hoje, dia 14 de Fevereiro é comemorado o dia de São Valentin em grande parte dos países da Europa e nos Estados Unidos. Essa comemoração é considerada o Dia dos Namorados nesses países pois São Valentin realizava o casamento de soldados, mesmo contra a vontade do Imperador Claudius II, pois ele acreditava que soldados solteiros estariam mais solícitos à se candidatar. No Brasil o Dia dos Namorados é celebrado em Junho por conta da Festa de Santo Antônio e também devido a proximidade da data em relação ao carnaval. Mas existem outras comemorações ao redor do mundo para este dia tão romântico e O Mundo Cabe em SP te leva para conhecer! China – Festival Qixi O Festival Qixi é comemorado no sétimo dia do sétimo mês  do calendário lunar (que explicamos neste post), segundo a lenda é neste dia em que o casal Zhinu e Niulang se encontram no céu. Em algumas lendas Zhinu é uma divindade e Niulang é apenas um pastor. Os dois se apaixonam, se casam e tem dois filhos, mas como o casamento entre deuses e mortais nunca é bem visto aos olhos divinos o casal é levado ao céu, sob a forma das constelações Vega e Altair respectivamente, e ficam separados pela Via Láctea. Porém uma vez ao ano, no sétimo dia do sétimo mês do calendário lunar as constelações de Vega e Altair se aproximam no céu e isso representa o reencontro do casal. As tradições do festival Qixi são dirigidas quase exclusivamente para as mulheres. Entre outras coisas elas devem provar seus talentos de ‘mulher prendada’ em concursos como costurar sob luz baixa. Há também outros costumes como ofertar pó compacto, flores, frutas e chás para a Zhinu, nesta tradição metade do pó deve ser jogado sobre o telhado e a outra metade é distribuída entre as mulheres solteiras e recém casadas para que todas elas tenham a beleza eterna da divindade. Japão – Tanabata A lenda no Japão tem as mesmas personagens que a versão chinesa, porém a moça se chama Orihime e o rapaz é Hikoboshi. Nesta versão Orihime, é tecelã e trabalhava às margens do rio Amanogawa. O pai da moça percebeu que ela estava preocupada em não...

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Sampa que eu encontrei, Sampa que me encontrou

Sampa que eu encontrei, Sampa que me encontrou

Eu vim do interior paulista e nunca tinha ido à capital até os 8 anos de idade, fui pela primeira vez para visitar o Parque da Mônica e me lembro até hoje das primeiras impressões sobre a cidade, a primeira delas foi o convite do meu pai à abaixar os vidros do carro para sentir o cheiro do rio fedido seguido pela ordem da minha mãe de subir o vidro de novo para não sermos roubados, depois eu fiquei realmente impressionada com o prédio de caracol, que depois reconheci como o estacionamento do Shopping D. Alguns anos depois quando me arriscava nas artes cênicas do colégio descobri em São Paulo um lugar maravilhoso cheio de oportunidades incríveis para brilhar e me destacar no meio artístico, mas as férias escolares vieram e com elas foram as expectativas de qualquer carreira precoce na terra na garoa. Meu encontro definitivo com São Paulo aconteceu em 2011 com o vestibular, pela primeira vez  havia a oportunidade real de chegar na cidade onde moram os sonhos de adolescente e os estacionamentos de caracol das crianças. Cheguei com medo do que se falava sobre violência e os perigos da cidade grande e também deslumbrada com as oportunidades que me esperavam. E a cidade não me decepcionou,  encontrei novamente os prédios grandes,  os artistas, o estado de alerta constante e as oportunidades. São Paulo, cidade generosa, também encontrou a mim. Mudou meus hábitos, minhas crenças, meus planos para futuro. Abriu minha cabeça, tirou tudo no lugar e colocou de novo para que eu pudesse me tornar tudo aquilo que eu gostaria de ser e quando eu quiser mudar outra vez não terei dúvidas  de que encontrarei todas as oportunidades para mudar tudo de novo. -por Leila...

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Por que viajamos?

Por que viajamos?

O Mundo Cabe em SP

Sair em busca do desconhecido foi a atitude mais corajosa do ser humano, pois garantiu a sobrevivência e aquilo que eu costumo chamar de espalhamento sobre o planeta, depois vieram as colonizações, que apesar dos lamentáveis massacres, serviram para estabelecer as primeiras relações interculturais e para isso foi preciso explorar o mundo com os próprios pés. Agora a internet derrubou todas as fronteiras e em poucos segundos podemos ter a visão real de qualquer ruazinha ou avenida do mundo! Essa novidade nem sequer ameaçou nossa forma de viajar – como acontece com os livros que estão sob constante ameaça de perderem seu posto para os meios virtuais – a experiência virtual não basta quando se quer levar todos os sentidos à um outro lugar. Nós queremos ir até lá, sentir o pé na estrada, trocar moedas, experimentar os sabores e respirar novos ares. E quando voltamos já não somos os mesmos. Quem nunca sentiu saudades da cama ou da comida de casa durante uma viagem? E quem nunca quis morar naquela cidade maravilhosa capaz de conquistar o nosso coração em menos de um mês? Durante uma viagem os pequenos momentos são mais valorizados pois quebramos a rotina e estamos curtindo algo que foi muito esperado, mas será mesmo que é preciso sair de casa para descobrir coisas novas? Se pudessemos manter a curiosidade do turista no dia-a-dia certamente que não descobriríamos novas civilizações, mas pelo menos uma nova padaria eu...

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