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Grécia – Zorbás Café Aman

Grécia – Zorbás Café Aman

O Mundo Cabe em SP

Grécia – Zorbás Café Aman 22/03/2014   Agradecimentos a Paulo Sertek, Selma Sertek, Pepe, Peter, Nina Molinero, Marina Lamnatos, Arquimedes Georgopoulos, Rafael P Dias e Silvia Oliveira. [Mostrar em slide]...

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Dança Indiana – Entrevista com Irani Cippiciani

Dança Indiana – Entrevista com Irani Cippiciani

O Mundo Cabe em SP

Irani Cippiciani é atriz formada na Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo e dançarina de música indiana. Durante apresentação de dança indiana no Sesc CARMO presenciamos uma conexão intensa e sincera entre artista e público. Depois da apresentação conversamos sobre essa forte impressão que a dança indiana provoca, as relações entre Índia e Brasil e ainda aprendemos um pouco mais sobre as tradições da Índia. Leia a entrevista logo abaixou, ou se preferir, assista: Como foi que a dança indiana chegou até você? Na verdade eu sou atriz do formação, trabalho com teatro há 20 anos e conheci a dança indiana através de uma bailarina que veio ao Brasil muitos anos atrás que dançou um estilo de dança indiana chamado de odissi. E eu fiquei encantada porque era uma atriz no começo de carreira e ainda vivia aquele dilema de como movimentar sem falar ou não falar e movimentar, aquele dilema de ator iniciante, ainda sem experiência e quando eu vi a expressividade daquela mulher em cena, notei a capacidade dela de se comunicar sem usar palavra. Eu pensei que isso seria muito bacana pra enriquecer meu trabalho como atriz, mas não tinha a pretensão de ser bailarina de dança indiana, então foi assim que eu cheguei à dança indiana. Obviamente que quando comecei à estudar eu me apaixonei e nunca mais consegui largar. Eu continuo sendo atriz, mas acabei virando bailarina de dança indiana. Você percebe a presença da Índia nas coisas práticas do cotidiano? Aqui no Brasil eu não sei se pelo ponto de vista cultural, mas acho que do ponto das especiarias sim, até pela tradição portuguesa que foi à Índia atrás das especiarias e de certa maneira a gente também absorveu um pouco desse hábito. Mas eu diria que a maior semelhança que encontro é a índole do povo, o povo brasileiro e o povo indiano tem uma índole semelhante, são pessoas que recebem bem os outros, que são cordiais, que são gentis, que são alegres, é uma cultura festiva como a nossa, então pra um brasileiro a gente se sente meio em casa nesse aspecto das relações humanas. A cultura é muito diferente, tudo é muito diferente, mas tem esse fator humano que...

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Especial Índia – Lendas Indianas

Especial Índia – Lendas Indianas

O Mundo Cabe em SP

Os contadores de história Andrea Prior e Maurício Sterchele vieram vestidos à caráter, e entraram em cena com um instrumento musical muito curioso que parecia uma caixinha protetora do som, que saía preguiçoso quando uma pequena porta era aberta, chamada harmônio. Então, os contadores cantaram uma música para introduzir suas histórias e as crianças ali presentes foram pouco a pouco mergulhando na criação do mundo e nós mergulhamos novamente em outro país. A primeira história abordava a crença Hindu sobre a Criação do Mundo de acordo com a crença Hindu os primeiros tempos eram chamados de Grande Noite de Brahma , em que os primeiros tempos eram chamados de Grande Noite de Brahma, e, por quatro milhões de anos tudo teria sido marasmo, escuridão e ouvia-se apenas o som do Om, que até hoje é repetido nas meditações e durante a Yoga. O Om teria dado origem a três deuses: Brahma (responsável pela criação do universo), Vishnu (responsável pela preservação do universo) e Shiva (responsável pela destruição do universo).  Ganesha representaria o próprio universo, ele o teria aspirado antes mesmo deste ser criado e ser projetado em sua barriga, assim Brahma pôde criá-lo seguindo esse modelo. Usando instrumentos musicais indianos, movimentos de dança e mudanças no tom da voz, além da linguagem acessível ao vocabulário infantil, os contadores fizeram o que parece impossível atualmente: manter as crianças com os ouvidos atentos para histórias antigas. Eles davam a impressão de que até as lições mais difíceis poderiam ser explicadas daquela maneira. E assim as lendas indianas continuaram: Ganesha – História do Deus com Cabeça de Elefante, filho de Shiva e de Parwati, e de como ele adquiriu esta forma. Certa vez, a Deusa Parwati ficou muito tempo sem a companhia do Deus Shiva, inventor da Yoga. Seu esposo costumava perder a noção do tempo quando saía para meditar. Para se distrair, Parwati foi banhar-se no rio, misturando o sândalo utilizado no banho com a areia, modelando um bebê e dando-lhe vida. Nascia Ganesha. Seu filho cresceu e aprendeu tudo que podia sobre as artes da guerra e da meditação. Quando já era moço, Parwati pediu que Ganesha vigiasse a porta da casa de onde moravam enquanto ela cuidava de outras coisas. Enquanto isso, Shiva sai de seu estado meditativo e volta pra casa, encontrando Ganesha guardando a porta. Como eles não se conheciam, ele impediu o pai de...

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