Explore o mundo
Zodíaco Chinês – Descubra seu signo

Zodíaco Chinês – Descubra seu signo

O Mundo Cabe em SP

O calendário chinês é lunisolar, ou seja, é baseado nos movimentos da lua e do sol. O sol determina as estações e a duração do ano, o ciclo lunar os meses. Os doze meses somados dão 354 dias sendo que a cada 2 ou 3 anos há um mês extra acrescido, por isso existe essa variação de data comemoração em relação ao nosso calendário solar. . O zodíaco regente Agora uma parte que interessa a muitos. Afinal quem não quer saber, mesmo que não acredite, o seu signo? É deveras divertido e no final podemos aprender um bocado com tudo isso. O signo chinês possui três pontos principais de energias dominantes por ano: – O animal – São 12 animais que variam a cada ano. No total são 12 animais: rato, boi, tigre, coelho, dragão, cobra, cavalo, cabra, macaco, galo, cachorro e porco.  Rato – 1960, 1972, 1984, 1996, 2008  Boi – 1961, 1973, 1985, 1997, 2009  Tigre – 1962, 1974, 1986, 1998, 2010  Coelho – 1963, 1975, 1987, 1999, 2011  Dragão – 1964, 1976, 1988, 2000, 2012  Cobra – 1965, 1977, 1989, 2001, 2013  Cavalo – 1966, 1978, 1990, 2002, 2014  Cabra – 1967, 1979, 1991, 2003, 2015  Macaco – 1968, 1980, 1992, 2004, 2016  Galo – 1969, 1981, 1993, 2005, 2017  Cachorro – 1970, 1982, 1994, 2006, 2018  Porco – 1971, 1983, 1995, 2007, 2019 – O elemento – São 5 elementos: metal, água, madeira, fogo e terra. O elemento varia a cada dois anos. Se o ano termina em 0 e 1 é metal, 2 e 3 é água, 4 e 5 é madeira, 6 e 7 é fogo e 8 e 9 é terra. – A polaridade: Yin e Yang – A cada ano varia a polaridade. Anos impares são Yin (preto) e pares são Yang (branco). Embora pareçam ideias opostas, pode-se pensar como complementares, pois juntos são dependentes e conectados. Uma coisa só num sistema dinâmico, pois o branco-luz, não existe sem o preto-sombra.  Combinando os três temos que um signo com seu elemento e polaridade se repete a cada 60 anos. Se você quiser saber mais sobre cada signo e particularidades veja os links no final do artigo. 😉 . 2014 – O ano do cavalo de madeira O...

Ler mais
Sampa que eu encontrei, Sampa que me encontrou

Sampa que eu encontrei, Sampa que me encontrou

Eu vim do interior paulista e nunca tinha ido à capital até os 8 anos de idade, fui pela primeira vez para visitar o Parque da Mônica e me lembro até hoje das primeiras impressões sobre a cidade, a primeira delas foi o convite do meu pai à abaixar os vidros do carro para sentir o cheiro do rio fedido seguido pela ordem da minha mãe de subir o vidro de novo para não sermos roubados, depois eu fiquei realmente impressionada com o prédio de caracol, que depois reconheci como o estacionamento do Shopping D. Alguns anos depois quando me arriscava nas artes cênicas do colégio descobri em São Paulo um lugar maravilhoso cheio de oportunidades incríveis para brilhar e me destacar no meio artístico, mas as férias escolares vieram e com elas foram as expectativas de qualquer carreira precoce na terra na garoa. Meu encontro definitivo com São Paulo aconteceu em 2011 com o vestibular, pela primeira vez  havia a oportunidade real de chegar na cidade onde moram os sonhos de adolescente e os estacionamentos de caracol das crianças. Cheguei com medo do que se falava sobre violência e os perigos da cidade grande e também deslumbrada com as oportunidades que me esperavam. E a cidade não me decepcionou,  encontrei novamente os prédios grandes,  os artistas, o estado de alerta constante e as oportunidades. São Paulo, cidade generosa, também encontrou a mim. Mudou meus hábitos, minhas crenças, meus planos para futuro. Abriu minha cabeça, tirou tudo no lugar e colocou de novo para que eu pudesse me tornar tudo aquilo que eu gostaria de ser e quando eu quiser mudar outra vez não terei dúvidas  de que encontrarei todas as oportunidades para mudar tudo de novo. -por Leila...

Ler mais
Por que viajamos?

Por que viajamos?

O Mundo Cabe em SP

Sair em busca do desconhecido foi a atitude mais corajosa do ser humano, pois garantiu a sobrevivência e aquilo que eu costumo chamar de espalhamento sobre o planeta, depois vieram as colonizações, que apesar dos lamentáveis massacres, serviram para estabelecer as primeiras relações interculturais e para isso foi preciso explorar o mundo com os próprios pés. Agora a internet derrubou todas as fronteiras e em poucos segundos podemos ter a visão real de qualquer ruazinha ou avenida do mundo! Essa novidade nem sequer ameaçou nossa forma de viajar – como acontece com os livros que estão sob constante ameaça de perderem seu posto para os meios virtuais – a experiência virtual não basta quando se quer levar todos os sentidos à um outro lugar. Nós queremos ir até lá, sentir o pé na estrada, trocar moedas, experimentar os sabores e respirar novos ares. E quando voltamos já não somos os mesmos. Quem nunca sentiu saudades da cama ou da comida de casa durante uma viagem? E quem nunca quis morar naquela cidade maravilhosa capaz de conquistar o nosso coração em menos de um mês? Durante uma viagem os pequenos momentos são mais valorizados pois quebramos a rotina e estamos curtindo algo que foi muito esperado, mas será mesmo que é preciso sair de casa para descobrir coisas novas? Se pudessemos manter a curiosidade do turista no dia-a-dia certamente que não descobriríamos novas civilizações, mas pelo menos uma nova padaria eu...

Ler mais